Arquivo do mês: março 2011

Aquela vontade de comer doce…

Eu sempre fiquei pensando no porquê dava aquela vontade de comer doce depois do almoço. Até na consulta com a dra. Liliam ela falou que tem alimentos que fazem isso mesmo.

Aí essa semana eu estava ajudando a minha tia em um trabalho da faculdade, ela faz nutrição, e me deparei com o seguinte texto que ela me mandou:

Os alimentos com um índice glicêmico alto obrigam o corpo a produzir grande quantidade de insulina, fazendo com que, duas a três horas depois de havermos comido desçam demasiado o nível de glicose no sangue, levando a pessoa a sentir a forte necessidade de comer outra vez.

Os alimentos com um índice glicêmico baixo fazem subir a glicose lentamente, sem subidas bruscas, segregando o corpo pouca insulina; reduzindo assim, a quantidade de carboidratos que se transformariam em gordura no corpo. Além disso, provocam una sensação de saciedade mais prolongada.”

O trabalho que ela estava desenvolvendo era para diabéticos, uma indicação de que alimentos comer e quais não. Ou seja, não cabe exatamente para pessoas que querem apenas emagrecer. Afinal essa não é uma classificação de calorias ou nutrientes, mas sim do índice glicêmico. Porém, não deixa de ser interessante notar na quatidade de alimentos que estão na minha dieta e tem um baixo índice glicêmico. E com certeza isso não é por acaso.

Bom, a título de curiosidade, aí está a tabela que eu fiz pro trabalho da minha tia.

 

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Arquivado em chocolate, diário, Eu e o balão, fome

Qual você prefere?

Bom, eu estou preparando novidades para o blog, inclusive uma tirinha exclusiva.

A ideia é que a tira se chame 2 pesos e 2 medidas como o blog, e para isso preciso decidir uma marca. Vocês podem me ajudar?

Qual dessas acima você gostou mais? Tem alguma outra ideia? Estou aberta a sugestões.

Obrigada desde agora, hehehehe… Please help me!

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Arquivado em Colunas, diário

Final de Semana de Festa!

Semana passada aconteceu o combo de aniversários de março, meu pai faz dia 22, eu faço dia 25 e minha mãe dia 27. E para comemorar tive dois momentos especiais, um na sexta-feira, em casa. Alguns amigos (guerreiros) sairam do trabalho e foram até lá! Aliás, desde já agradecer ao Felipe que organizou, o Rômulo, o Rafael, o Zé e a Zulnara (em breve fotos da galera)!

Foi muito legal, eu até ganhei uma torta deliciosa! Abri uma excessão nesse final de semana e comi um pedaço dela.

Depois na sexta eu saí com a minha mãe e a Carla para comemorar os nossos aniversários. Fomos jantar e depois fomos ao Fasano, no Baretto-Londra. Fazia bastante tempo que eu não saía com minha mãe, e foi muito divertido. Conversamo, dançamos e até me dei ao luxo de tomar um drink, chamado Diavolo, com tequila e até pimenta do reino.

Claro que hoje estou de volta à dieta normal!

E acabei me lembrando da palavra mágica, equilíbrio. Na última consulta com a sensei Bianca falamos bastante disso. Eu acredito que a dieta tem que ser pra sempre, ou seja, não posso apenas seguir agora e não tentar ao máximo adaptar à minha realidade, para enfim, fazer parte de fato da minha vida. E na realidade (pelo menos na minha) às vezes vai rolar um bolo, ou um drink. O que eu não posso fazer, nem desejo, é permanecer comendo, sem pensar nas consequências.

Minha mãe

Bom, claro que eu ganhei presentes também além da torta, hehehe… Eu já tinha mostrado aqui a corrente que ganhei da mamãe. Bom ganhei mais dois presentes, um da Carla Russi, que foi um sapato lindo.

E ganhei da Zulnara um porta níquel da Sarah Chofakian.

Além de tudo, queria agradecer aqui todos os amigos que me mandaram twittes, DM’s, scraps, e-mails, telefonaram, sinal de fumaça e me fizeram sentir muito querida! Obrigada!

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Arquivado em diário, Emocional

4 meses e 11 kg de gordura depois

Bom pessoal, 4 meses já se passaram e as mudanças que o balão tem me trazido são muitas. Desde que comecei a colocar minha dieta em equilíbrio (sim o caminho pra uma vida inteira está apenas começando), me redescobri em vários aspectos. Coisas que a comida, de certa forma, supria.

Ou eu colocava a comida no lugar, tanto faz.

Mas a verdade é que bem mais que apenas perda de gordura, eu tenho aprendido demais sobre mim mesma, até a como ser mais vaidosa. Tive que até mesmo enfrentar tristezas que nem sabia que tinha. O meu amadurecimento nessa fase eu devo principalmente a essa busca por equilíbrio. E saúde.

Eu diminui no mínimo 2 cm em cada uma das medidas do último mês pra cá, além de ter aumentado o meu peso magro (sangue, líquidos, ossos, músculos). Que significa que estou com meus músculos bem mais desenvolvidos e preparados.

Porém, o mais impressionante foi a diminuição de 9 pontos na dobra da cintura em apenas um mês!

Meu percentual de gordura no corpo hoje é de 30,5%. Quando eu comecei estava com 41,4%.

Estou feliz e me sentindo realizada com os resultados. É bom se sentir mais disposta e bonita.

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Arquivado em diário, ENDOdiagnostic, Eu e o balão

Conhecendo outros exercícios – futebol

Ontem eu fui até um clube perto de casa para jogar futebol. Como eu fui parar lá foi uma história interessante. Eu estava caminhando na Ataulfo de Paiva, uma rua perto de casa, e encontrei essas meninas de chuteiras. Poxa, eu passei reto em um primeiro momento, mas depois voltei, peguei o facebook de uma delas. Adicionei, marquei e fui. E poxa, não me arrependi.

Eu jogava futebol quando era mais nova, fazia uns 10 anos que eu não jogava e foi extremamente revigorante. Sério, até queria vir trabalhar de chuteira hoje, hahahaha.

Bom eu falei que fazia muitos anos que não jogava, né? Então, apesar de animada eu joguei muito mal!! Sério gente, muito mal! Teve gol contra, chapeuzinho, drible no meio das pernas, as meninas tiveram muita paciência comigo. E mesmo com tudo isso eu fui super bem tratada. Poxa, é difícil entrar em um grupo já formado com suas dinâmicas e se sentir tão bem recebida.

Ah, e para falar que eu joguei tão mal assim, eu fiz uma defesa legal, hahahahaha. Estou ansiosa pela terça que vem para jogar de novo!

Tipo, acordei com um pouco de dor nas pernas, o normal apenas para o dia seguinte, mas mais animada que nunca.

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Arquivado em diário, Eu e o balão, Exercícios

Ser mãe

Ontem eu vi no blog Monalisa de Pijamas um post sobre Ter ou não ter filhos. Na hora eu me identifiquei e fiz um comentário que quero postar aqui (corrigi os erros tá!)

“Pois é, assunto polêmico, hehehe…
Quando morava em Campo Grande – MS sentia que as mulheres que saissem um pouco que seja do padrão (casar e ter filhos) eram automaticamente tachadas de promíscuas. Eu mesma passei por esse problema, por ter tido filho e não ter me casado.

Mas uma coisa eu discordo das mulheres do artigo, filho não prende em nada! Olha só, eu fui criada pela minha mãe, que se separou definitivamente do meu pai quando eu tinha meus 4 anos de idade.

Quando eu tinha 1 ano ela foi fazer intercâmbio na Rússia, na época União Soviética, pelos seus ideais. Ouviu um monte de muita gente, mas a pessoa que mais importava, hoje se orgulha muito de tudo isso, eu. Como filha não tenho traumas a mais ou a menos por minha mãe ter sempre trabalhado muito, ao contrário, acho que me ajudou a ser uma mulher melhor e mais forte. Que vê a importância da dedicação em tudo que faz.

Além disso tivemos uma das melhores viagens juntas, quando fomos para Paris. Caramba, foi muito legal! Compartilhar momentos com seu filho e fazer dele seu amigo não prende ninguém, ao contrário te dá um companheiro, um amigo de verdade.

O problema é que muitos pais ainda vêem seus filhos como inferiores, no sentido de não achar que seja possível compartilhar suas coisas com eles. Qual é o problema em ver seus filhos como eles são?

Quando um amigo seu diz que fez um poema, você pode ler, e quando seu filho diz que fez, você lê? Você pergunta a seu filho como foi seu dia, assim como para o seu marido ou namorado?

A partir do momento que você ver que viajar com seu filho, passear com ele, se divertir junto, seu mundo se abre, e não fecha ou prende, tudo isso muda. Afinal o que você faria em algum lugar que não poderia fazer na frente do seu filho? E se não pode reveja seus conceitos, pois algo na sua atitude não está correta, ou você se condena por algo e não sabe.

Eu, minha mãe e meus primos na nossa viagem para Búzios

Ser pai ou mãe nada mais é que ser você em tempo integral, mostrar com atitudes o mundo que você deseja, que mundo quer construir para o amanhã. É exercitar diariamente o seu melhor lado, aquele que você gostaria que seu filho visse, aquele que você gostaria de ser sempre.

Deixar de ter filho pela carreira? Bom, para que você trabalha tanto e ganha tanto dinheiro? Para ter bens? Para se divertir? Para quê? Se a resposta dessa pergunta for, para me realizar profissionalmente (que é o caminho mais feliz, diga-se de passagem) acredite no que eu vou dizer, um filho nos abraça quando chegamos em casa e estamos cansadas, um filho é aquela pessoa que um dia você vai poder chorar e pedir um abraço sem questionar nenhuma segunda intenção, e se você fizer a sua parte de mãe, vai ser alguém que te ama profundamente e incondicionalmente.
Problemas existem em todas as relações humanas sem exceção. Porém, deixamos de nos relacionar? Uma mulher que não deseja filhos, deixa de ter seus namorados?

Gostamos de nos relacionar, precisamos disso. Gostamos e mantemos nossos amigos. Essas relações são preciosas, então por que não vale a pena ter um amor para toda uma vida?

Um filho nada mais é que isso, um amor/amigo para toda a vida.”

Nesse domingo é aniversário da minha mãe e eu gostaria de fazer esse post em homenagem à ela. A pessoa que me ensinou a maoria das coisas boas que eu sei.

Engraçado foi que com o exemplo dela eu sempre quis ser mãe, e com 20 anos eu fui no médico com dores abdominais, e ele me disse que eu teria que fazer tratamento para ter filhos. Na época fiquei muito triste, e com a alteração hormonal, engordei também. De lá pra cá tenho a luta com a balança (claro que tudo isso aliado a uma alimentação supercalórica e uma vida sedentária). Mas no final das contas tive filho normalmente, sem fazer nenhum tipo de tratamento. O mais engraçado foi que, quando eu amamentava, foi a época onde eu estava mais magra desse processo todo.

Viajando pra Petrópolis

Quero agradecer muito a minha mãe e ao meu filho, que tem sempre estado comigo esse tempo todo. Vocês são a minha alegria!

Sandra 2011 - Minha mãe não é uma gata?

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O caso Casey Heynes

Eu não fui uma criança nem adolescente gorda. Aliás, poucas vezes eu me lembro de ter sido vítima de bullying (termo que não existia na minha época). Tirando um período de adaptação, pois me mudava muito, logo conseguia amigos. Por isso mesmo nem consigo imaginar o que é ser provocado toda uma vida. Acho que todos aqui sabem do que estou falando, né? Desse vídeo aqui, que começou a circular na internet na semana passada.

Bom, hoje de manhã o Daniel falou que não queria ir na escola. E depois de muito insistir ele me falou que alguns colegas estão implicando com ele, jogando o estojo dele de um lado para o outro. O Daniel sempre gostou de ir para a escola, e isso me deixou um pouco preocupada. Mandei um bilhete para a professora e vamos ver como o caso se desenrola.

Bom, o lance é que o Papo de Gordo fez um post bem completo sobre esse caso, que eu acho que vale a pena ser lido, não apenas por aquelas pessoas que passaram por dificuldades durante a infância, mas para avaliar de verdade o que está por de trás disso.

“As crianças são um reflexo da nossa sociedade preconceituosa e intolerante. Se praticam bullying no colégio, a culpa não é apenas delas ou dos seus pais, mas sim de todos nós. Enquanto as pessoas acharem normal matar alguém só porque ele acredita em outro Deus ou simplesmente torce para o time errado, casos como o de Casey Heynes, infelizmente, continuarão acontecendo.”

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