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Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde

Hoje eu vi um post sobre os piores alimentos para a saúde, no blog Mercado Ético, que reproduzo a seguir:

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho

De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza

Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º lugar: Batata frita

Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6º lugar: Salgadinhos de batata

Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon

Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (Rosquinhas)

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante

Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.

Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet

“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.

Como eu tenho muita confiança na dra. Liliam, eu decidi perguntar pra ela se essas coisas eram verdade, ela disse:

“Concordo com tudo. 

Só a parte do aspartame que ainda não vi todas aquelas doenças comprovadas totalmente….mas acredito que o grande consumo seja o vilão. Tudo pode ser ingerido, porém adote 1x por semana para escolher uma única opção.”

Por isso, cuidado com os alimentos acima :S
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O caso Casey Heynes

Eu não fui uma criança nem adolescente gorda. Aliás, poucas vezes eu me lembro de ter sido vítima de bullying (termo que não existia na minha época). Tirando um período de adaptação, pois me mudava muito, logo conseguia amigos. Por isso mesmo nem consigo imaginar o que é ser provocado toda uma vida. Acho que todos aqui sabem do que estou falando, né? Desse vídeo aqui, que começou a circular na internet na semana passada.

Bom, hoje de manhã o Daniel falou que não queria ir na escola. E depois de muito insistir ele me falou que alguns colegas estão implicando com ele, jogando o estojo dele de um lado para o outro. O Daniel sempre gostou de ir para a escola, e isso me deixou um pouco preocupada. Mandei um bilhete para a professora e vamos ver como o caso se desenrola.

Bom, o lance é que o Papo de Gordo fez um post bem completo sobre esse caso, que eu acho que vale a pena ser lido, não apenas por aquelas pessoas que passaram por dificuldades durante a infância, mas para avaliar de verdade o que está por de trás disso.

“As crianças são um reflexo da nossa sociedade preconceituosa e intolerante. Se praticam bullying no colégio, a culpa não é apenas delas ou dos seus pais, mas sim de todos nós. Enquanto as pessoas acharem normal matar alguém só porque ele acredita em outro Deus ou simplesmente torce para o time errado, casos como o de Casey Heynes, infelizmente, continuarão acontecendo.”

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Remédios para emagrecer e a Anvisa

foto retirada do site oficial da Anvisa

Hoje, em Brasília, teve a primeira audiência pública que discutiu a proposta de retirar do mercado brasileiro os inibidores de apetite, como os remédios à base de sibutramina e dos anorexígenos anfetamínicos – anfepramona, femproporex e mazindol.

A Anvisa está de olho em tais medicamentos por seus efeitos colaterais e falta de comprovação de resultados a longo prazo. Eu, sinceramente não sei o que pensar disso tudo. Não uso esse tipo de remédios, mas confesso que já usei. Não obtive os resultados previstos, como dá pra notar. Conheço outras pessoas que já emagreceram antes com o auxílio de remédios e que hoje voltaram ao peso inicial.

Imagino que os profissionais da saúde devem estar divididos com essa polêmica, mas essas audiências públicas são importantes para isso, para cada um expressar a sua opinião. Eu não estive presente, mas pelo site da Anvisa, parece que vários médicos e farmacêuticos estavam presentes.

Espero que essa discussão vá pelo melhor caminho, o de priorizar a saúde do povo brasileiro.

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