Viagem ao Peru – Dia 3

Eu e a Inka Kola

O trabalho está pegando por aqui, fazia tempo que não tinha esse ritmo de campanha, estava desacostumada! Mas é muito bom, sabiam? Essa agitação!

Mas a pedidos eu fui atrás e experimentei a tal da Inca Kola, um refrigerante daqui do Peru. Segundo conversei aqui, ele é feito com uma raiz local, algo como fizemos com o guaraná.

Não tive coragem de tomar muito, servi apenas um pouquinho no copo para experimentar. Bom, não sei dizer exatamente como é o gosto… não é doce como o guaraná, nem azedo como sprite. Está no meio das duas coisas com um toque da coca. Huauhauhuha, é como consegui, desculpa!

E a minha luta contra o Menu Peruano continua, nos primeiros dias eu não comi nem sobremesa, nem entrada. Aí ei a minha mãe dividíamos, ela tomava a sopa da entrada e eu o prato. Ontem fomos em um restaurante diferente e tomei a sopa.

As sopas deles aqui vem com leite e ovo, é uma refeição inteira!

E resolvi comer também, mas quem disse que eu consegui?! Acabei trazendo mais da metade do prato de salada e frango para comer mais tarde.

Além de trazer maçã, frutas e pão integral do hotel pra comer entre as refeições.

Bom, e para variar um pouco da comida, ontem eu e minha mãe fomos passear e achei umas camisetas muito engraçadas. A melhor que vi foi do Peru Wars.

Para ver o resto das fotos, já sabem não? Álbum do facebook, hehehhe 😛

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Viagem ao Peru – Dia 2

Eu acho impressionante como cada povo tem mesmo a sua cultura e costumes. Esses formados por anos e anos de história, e claro, pela geografia. Algumas coisas achei interessantes, como eles não usarem azeite de oliva para temperar (usam óleo apenas para cozinhar). Assim como sempre tem um limão cortado para temperar as saladas. Além de terem ceviche como tempero normal, na mesa de cada restaurante (até mesmo chinês).

Chá de erva doce

Aqui eles tem uma coisa chamada “menu” nos restaurantes, que seria quase como um “prato feito” no Brasil. Mas aqui eles tem uma entrada, que é uma sopa, um prato principal, sobremesa E bebida, tudo por 10 soles, convertendo para o real algo como R$ 5,00. Lembra quando eu disse que a comida é muito barata?!

E a bebida não é aquele refresco, mas suco de verdade ou chá, como na foto aí em cima.

Café da manhã no hotel

Eu sempre fico ansiosa de ver como é o café da manhã nos hoteis em que fico, uma vez na Bahia tinha tapioca. E aqui, nossa, que café!

PãesSão pães, frutas, frios, cereais, panqueca com mel, doce de leite, ovos mexidos, omelete… enfim, se quiser ver todas as fotos, é só ir no álbum do facebook.

Aqui no Miraflores eles tem um cuidado redobrado com os detalhes. Em todos os lugares que olhamos tem cuidado.

Cuidado nos detalhes

Eu resolvi comer frutas, uma fatia de pão integral com cream cheese e suco de laranja e uma fatia bem pequena de camembert (que eu adoro e fazia muitos meses que não comia)

Melancia, mini banana e mamão

Comidas típicas

Depois do expediente fomos para um restaurante de comida chinesa ou chifa, como dizem aqui. A colônia chinesa é grande aqui, então eles mesclaram a comida peruana com a comida chinesa, para fazer a comida chifa.

Pato

Para aproveitar, eu experimentei uma bebida típica o Pisco Sour, algo como uma caipinha deles. Mas não é feito com cachaça, mas sim pisco, uma aguardente de uva. Muito bom e gostoso! O Pisco Sour é feito com clara de ovo também, por isso tem essa espuma.

Pisco Sour

Ir nesse restaurante foi o meu pecado da viagem, pois pelo que vi e senti, o pato é muito gorduroso!

Para ver o restante das fotos, lá no álbum! Hehehe…

E para encerrar o post, uma imagem que fiquei admirada, aqui eles tomam coca 3 litros (minha prima falou que ela já viu em São Paulo, mas eu nunca tinha visto 😛 )

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Viagem ao Peru – Dia 1

Passagem na mão

Nossa, meu dia começou cedo! 3:30 eu estava no taxi indo para o Galeão. Antes de sair de casa tomei café da manhã e fui.

Como minha proposta era fazer um diário gastronômico, vamos então às comidinhas…

Comida de avião

Eu estava desacostumada a comer no avião, algumas companhias aéreas nem servem mais comida (nem lanche). Eu que geralmente fico na ponte aérea, e às vezes vou pra Campo Grande, ou seja, lugares relativamente pertos, quando eles dão amendoim é muito.

Algumas companhias inclusive vendem comida dentro do vôo, mas não dão nada.

Eu vim para cá por uma companhia chamada Taca. Não muito tempo depois da decolagem eles serviram o café da manhã (saimos do Rio de Janeiro às 6:10).

Eles devam duas opções de prato: omelete ou rocambole de doce de leite. Eu escolhi o omelete.

Bom, o vôo estava programado para durar 5 horas, e eu não sabia se teria comida depois, então comi o pão, o omelete e as frutas e deixei o bolinho para comer depois de duas horas.

Bolinho para depois

 Mas, não era que os caras pensaram nisso também! Aí eles serviram uma bolacha doce pequena, depois de umas duas horas de vôo.

Surpresa!

 Por via das dúvidas, guardei o bolinho. Logo cheguei no Peru.

Em solo

Bom, demorou um bom tempo até eu descer do avião, fazer os procedimentos de entrada no país, declarar bagagem, passar pela “alfândega” (não sei como se chama por aqui), encontrar minha mãe. Aí, para nossa tristeza, ela tinha levado uma multa indo me buscar. Fomos até a prefeitura da cidade onde é o aeroporto (15 minutos de Lima, segundo a comissária de bordo), para tentar rever essa multa ou pagar.

Ou seja, mais um tempão e eu sem saber que horas ia almoçar. Afinal, aqui eram 11:30, sendo que no meu fuso era 13:30. Aí adivinha o que me salvou nesse meio tempo? O bolinho, hahahaha.

Depois de chegar no comitê, conhecer a equipe, trabalhar um pouco, era hora do almoço. Aqui eram 13:30, mas no meu fuso já eram 15:30. Mas estou me acostumando.

Sopa de entrada

Notei duas coisas, primeiro aqui a comida é muito barata. Muito barata mesmo! Segundo eles comer uma quantidade muito grande de comida. Comem uma sopa como entrada e um grande prato depois. Eu acabei optando por um prato de frango, arroz e salada, que confesso não ter conseguido comer inteiro, sem entrada!

Meu prato

Depois eu ainda comi frutas secas no final da tarde e vim para o hotel. O hotel é lindo! O nome é Miraflores Park. E o melhor, tem uma academia aqui e aproveitei para caminhar na esteira. Uma coisa legal, eles tem maçãs espalhadas por todos os lugares, além de água.

Maçãs pelo hotel todo

E para o jantar comi uma Ciabatta de salmão defumado com salada. Até nisso o hotel é bom, estava uma delícia!

Bom, boa noite para todos e até amanhã!

Para acompanhar mais fotos é só dar uma olhada no meu álbum do facebook.

E para encerrar, uma dica da Tapa (a companhia aérea, aliás, o Peru é a terra do duplo sentido, né?!).

Sabias que?

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De malas prontas para o Peru!

Vista do hotel, foto por Sandra Recalde (mamãe)

O meu trabalho me leva para lugares legais, eu acabo viajando bastante. Desta vez eu vou para o Peru, ficarei uma semana.

Por isso tive a ideia de fazer um diário gastronômico, para falar de como é a alimentação por lá e como manter minha dieta mesmo em outro país. Vamos ver como isso vai funcionar.

Já me preparei pra levar o tênis e a roupa de ginástica, afinal soube que o hotel também tem academia. Mas como vou a trabalho, também vou ver como vai ser o tempo de fazer.

Amanhã bem cedo já estou indo pro aeroporto, rumo à Lima!

E que dê tudo certo!

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#VivaaDiferenca

Há bastante tempo tenho postado sobre o balão, a mudança e a beleza. Hoje, no entento, acho que divulgar uma campanha. #vivaadiferenca. É importante nos aceitarmos tanto quanto aceitar e respeitar o nosso próximo!

Post publicado originalmente no MobilizaçãoBR, pelo João Márcio Dias.

Voltamos ao século XV ou é impressão minha? #vivaadiferenca

(essa foto não foi tirada ontem a tarde. pode não parecer, mas essa ilustração é uma montagem)

 Ah, a internet! Essa maravilha que se popularizou no século XXI. Com este advento hoje qualquer um pode ter voz, opinião. Não dependeriamos de um “formador” para sermos representados. Aqueles velhos dias de cão de grito entalado na garganta acabaram desde a explosão das redes sociais. Isso é ótimo para nós. Dá abertura ao debate. Um milhão de ideias por segundo! É tanta informação que a gente não sabe o que fazer com ela. E com isso, não se informa de absolutamente nada e volta a estaca zero, esperando os bálsamos dos formadores de opinião. Já dizia Mark Bauerlein que nossa geração louva o uso incessante dos dispositivos digitais, o que criou um “casulo” em torno dos jovens, que só se relacionam entre si, 24 horas por dia, sete dias por semana. “A falta de contato com os adultos impede os jovens de crescer.”, afirma Bauerlein.

 Primeiro eu me preocupei bastante com a questão do politicamente correto voltar a baila. Depois da ditadura formalizou-se que tudo era permitido e a gente andou bem tolerante (se é que podemos usar essa palavra) com quase tudo. Humor era humor e informação era informação. Fim. O que não era pra ser levado a sério não tinha relevância. Daí tudo se complicou, porque tudo era piada. Inclusive coisas sérias. Então começaram os movimentos sociais a reinvidicar, cobertos de razão, um pouco mais de respeito. Isso deu caminho para uma série de ataques a qualquer coisa. Tudo é racismo, tudo é homofobia, tudo é intolerância religiosa. Calma, não é bem assim. Nesse passo estamos caminhando para uma ditadura moral. Existe tudo isso, mas não nessa proporção galopante. Ou não existia. Até 2011.

 Desfeito o mito do politicamente correto o povo desembestou a falar as maiores barbaridades em nome da “liberdade de expressão”, ignorando completamente o conceito de que a minha liberdade termina quando a do outro começa, como vovó já dizia. Por sinal, duvido que vovó tivesse tantos problemas com aquilo que falam. Parece que em 1930 minha avó era bem mais moderna que os jovens de hoje. Todo mundo sabia o que era polido e o que era imbecil. A gente se imbecilizou. E os imbecis, por serem numerosos, dominaram o mundo, como previa Nelson Rodrigues. Hoje as pessoas não prezam mais pelo respeito, pela vida em comunidade, pela vida do outro. Nossos pais queriam mudar o mundo e nossa geração quer que o mundo se mude para nós. Se continuar assim, prefiro me mudar do mundo.

 O povo brasileiro que sempre foi aplaudido no mundo por ser uma gente que respeita e trabalha se acomodou com esse status e tudo agora dá abertura para jogar pedra na Geni. Quando Dilma Rousseff foi eleita presidenta tivemos um exemplo puro de ódio com Mayara Petruso convocando paulistas a matarem um nordestino por dia para “fazer um favor” ao país. Dia desses vi uma reportagem de um grupo de Skinheads orgulhosos de materem e espancarem homossexuais, não obstante as declarações de figuras como Jair Bolsonaro e Marco Feliciano contra a igualdade de direitos. Durante a eliminação do Flamengo pelo Ceará, milhares de mensagens contra nordestinos pipocaram o Twitter. Dia desses um jornalista esportivo decidiu sair em defesa da homofobia por conta de um jogo de vôlei. Em meio a tragédia de Realengo todos acusaram o assassino de ligações com o Islã sem qualquer referência. Temos notícias frequentes de que o racismo está crescendo no Brasil e o machismo parece que virou uma virtude. Essa semana um rapaz foi assassinado em Santa Catarina porque flertou com uma moça que não quis sair com o assassino. E como cereja deste bolo, temos dois humoristas (sendo um deles “a arroba mais influente do twitter”) brincando com coisas como estupro e holocausto. Voltamos ao século XV? Nossa mentalidade regrediu desta forma porque raios? Nem nosso pior pesadelo de “Circo dos Horrores” seria tão grotesco.

 A gente (quando digo “a gente” me refiro a todo o BraZil) se desacostumou com o diferente. E aqui não tem movimento político partidário que explique esse movimento. É meramente comodismo e reduzir o mundo a um computador. Negros, muçulmanos, judeus, gays, mulheres, nordestinos, idosos, deficientes, enfermos… todo mundo agora é fora da órbita que uma superioridade espera. E se você está fora deste padrão branco-cristão-hetero-macho-(não homem, macho) -jovem-saudável-bonito-classe média, você merece ser ofendido, ter seus direitos negados e, com a sorte de um novo Deus que surge em nossa televisão, ser espancado até a morte.

 O momento se tornou tão crítico do ódio àquilo que é diferente que não existe mais espaço/razão pra se protestar contra a homofobia, ou contra o machismo, ou contra o racismo, ou qualquer expressão específica de ódio. O pavor se generalizou. Chegou ao ponto de acharem que matar animais por prazer ou estilo é aceitável. E quem é contra merece ser apunhalado. A internet tornou-se o antro da livre opinião, desde que seja a mesma, senão o sangue escorre.

 Proponho, com isso, que nosso foco seja a diferença. Que exaltemos nossas diferenças. O ódio cria o medo e o medo nos calará muito em breve. E com isso, a democracia foi pro espaço. A beleza do mundo está em nossas diferenças e isso nos faz evoluir. A diversidade faz que não fiquemos inertes e compreender o outro. O estrangeiro ao nosso mundo é sempre mais fascinante que nosso casulo. #vivaadiferenca. Vamos emplacar?

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Mudança de Hábito e Estabilização do Peso

Dentre as várias dificuldades do nosso dia a dia, perder peso e fazer atividade física são sempre um grande desafio. Perder peso é um processo que envolve vontade férrea, disciplina e mudança de certos hábitos. Esses fatores contribuem muito para o sucesso na manutenção de um peso saudável.

Para que se consiga sucesso é imperioso passar por este processo de aprendizagem, que consiste em orientações nutricionais específicas, onde conhece e aprende novos hábitos alimentares, proporcionando a escolha correta dos alimentos das suas refeições, tanto quantitativo quanto qualitativamente falando. Desta forma, podemos dizer que independente da causa ou tipo de obesidade, a reeducação alimentar é fundamental, devendo estar associada a um adequado programa de atividade física.

Reeducação alimentar não é regime, mas a forma de resgatar o verdadeiro sentido da alimentação: nutrir o corpo da maneira mais correta possível. Nesse processo, fatores psicológicos também são importantes para perder peso e manter o peso estável. A força de vontade que tanto se fala, reside muito no fato de se procurar assegurar a estabilidade emocional.

Com o trinômio (alimentação equilibrada, exercícios físicos e estabilidade emocional) pode-se, sim, manter um peso saudável!

Obviamente, se fosse fácil, não estaríamos aqui discutindo o assunto. Mas não é impossível, desde que acreditemos em nós mesmo e em nosso potencial. E pense sempre que você não está sozinho. Há sempre alguém com você, e sempre haverá alguém para ajudá-lo.

Ao invés de fechar a boca, abra sua mente! Siga em Frente!

Liliam Teixeira Francisco

Nutricionista – CRN 2001100044-3

Consultórios:

Barra: Città America – Av. das Américas, 700 sala 343 bloco 6 –  Tel.: 2484-5028

Niterói: Rua Cel Moreira César, 229 sala 1712 – Shopping Icaraí – Tel.: 2246-0234

Méier: Rua Dias da Cruz, 556 sala 101 – Tel.: 2289-9403 / 3273-2772

Copacabana: Av. N. Senhora de Copacabana, 1052 sala 901 – Tel.: 2246-0234

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Dicas para um Happy Hour Light

Foto do dia 05/Dez de 2009 - Dia em que eu conheci o Felipe

Quem resiste a um convite para um happy hour com os amigos? Mas como equilibrar manter o peso e aquela saidinha?

Bom, se você souber se comportar nessas ocasiões e não aceitar esse convite todos os dias, não terá problemas com a balança. A dra. Liliam preparou algumas dicas para isso:

– Primeiro lugar, não se esqueça de fazer o lanche da tarde no seu trabalho, não vá ao bar com fome, assim fica difícil resistir, além de você correr o risco de passar mal, caso beba apenas bebida alcoólica

– Batata, mandioca (aipim), polenta, camarão, peixe e linguiça são exemplos de petiscos fritos que devem ser evitados. Quando submetidos à imersão, tais alimentos incorporam grande quatidade de óleo, aumentando de forma significativa o valor calórico da preparação.

– Outros alimentos que não são fritos, mas também fornecem grande quantidade de gordura, e devem ser evitados são os queijos amarelos e embutidos, como provolone, parmesão, quijo suíço, prato, salame e presunto.

– Cuidade com o amendoim, você consome sme perceber uma quantidade abusiva. Para se ter uma ideia 1 xícara de amendoim tem mais de 500 Kcal.

– Porção de salgado assado, pastel de forno, torradas, pão com alho, bruscheta, palmito em conserva, picles, kani kama, tremoços, azeitona, queijo minas, carne ou frango na chapa são boas opções de petisco.

–  Cerveja! Torna-se um desafio tentar se controlar depois do primeiro gole, especialmente se você é o único na roda de amigos que está em busca de um corpo saudável. Mas não se esqueça, moderação! A cerveja light e sem álcool apresentam menos calorias.

– Para os que vão ao happy hour e não tem costume de ingerir bebida alcóolica, a dica é dar preferência à água, refrigerante liht/diet/zero ou suco natural (sem açúcar ou com adoçante).

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